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Aneurisma Visceral

Quando a dilatação ocorre nos vasos que irrigam as vísceras abdominais (fígado, baço, intestino, rim, entre outros) os aneurismas são chamados de aneurismas viscerais.

Ao contrário do aneurisma de aorta, o risco de desenvolver um aneurisma visceral está mais relacionado a doenças genéticas, inflamatória, infecciosas e traumas.

A grande maioria dos pacientes não apresenta sintomas, entretanto, pode ocorrer um desconforto abdominal no território irrigado pela artéria acometida.

O principal problema causado por esses aneurismas é sua rotura, podendo o paciente apresentar dor abdominal intensa, queda da pressão e palidez pela hemorragia. Nesse caso a cirurgia deve ser realizada de emergência.

Uma atenção especial é dada para mulheres que possuem estes aneurismas e encontram-se na idade fértil, já que uma gravidez pode aumentar o risco de ruptura.

Em geral, o diagnóstico de um aneurisma de artéria visceral é realizado incidentalmente, ou seja, o paciente realiza um exame de imagem por outro motivo e é detectado esse aneurisma.

A decisão pelo tratamento cirúrgico ou o acompanhamento médico dependerá do tamanho, sintomas e idade do paciente. A técnica cirúrgica a ser empregada, se for o caso, é definida em conjunto pelo cirurgião e o paciente.

O tratamento cirúrgico convencional é realizado pela abertura do abdome com a ligadura ou a reconstrução da artéria acometida pelo aneurisma.

No tratamento endovascular, é realizado o acesso por uma punção na virilha para a embolização do aneurisma ou introdução de um stent no seu interior.

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