Dermatite Ocre

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Dermatite Ocre

Dermatite ocre é o acúmulo de um pigmento chamado hemossiderina na pele. Esse pigmento contém ferro, e é responsável pela coloração acastanhada que aparece principalmente nas regiões dos pés, tornozelos e pernas.

O sangue “parado” nas veias das pernas acaba extravasando. O processo de degradação da hemoglobina (molécula presente nas hemácias) gera a biliverdina, bilirrubina e por último a hemossiderina, que promove a pigmentação da pele.

Tratamento artéria poplítea

O que é Dermatite Ocre?

As varizes são veias dos membros inferiores que tornam-se tortuosas e dilatadas. Com isso, sua função fica alterada, dificultando o retorno do sangue das pernas ao coração.

Em virtude deste mau funcionamento do sistema venoso, queixas como dores e inchaço nas pernas são bastante frequentes nos pacientes com varizes. Tais queixas são agravadas em pacientes que permanecem por períodos prolongados em pé parados ou sentados e naqueles que não fazem atividade física.

O que é Dermatite Ocre?

Os quadros mais avançados de varizes podem cursar com o aparecimento da dermatite ocre, que nada mais é do que o acúmulo de um pigmento chamado hemossiderina na pele. Esse pigmento contém ferro, e é responsável pela coloração acastanhada que aparece principalmente nas regiões dos pés, tornozelos e pernas.

O que causa a Dermatite Ocre?

 

O que causa a Dermatite Ocre?

A dermatite ocre não é uma doença, mas um sinal que aparece devido à hipertensão venosa, causada pela insuficiência venosa crônica. Diferentes doenças, além das varizes, levam ao diagnóstico de insuficiência venosa crônica e assim à dermatite ocre.

Podemos citar: Síndrome pós-trombótica, fístula Arteriovenosa, hipoplasia ou displasia das veias ou das válvulas venosas do sistema profundo, compressão extrínseca das veias de drenagem (como na Síndrome de Cockett) e a falha na bomba muscular da panturrilha.

Outra importante causa de insuficiência venosa crônica é a tríade: obesidade, sedentarismo e trabalhar muito tempo em pé ou sentado. Essas três condições causam uma sobrecarga nas veias que muitas vezes acaba se manifestando com a dermatite ocre.

 

O que causa o escurecimento da pele na Dermatite Ocre?

Devido à dificuldade de retorno ao coração, o sangue fica “parado” nas veias das pernas e acaba extravasando plasma (levando ao inchaço) e algumas hemácias para fora do vaso. As hemácias são as células do nosso sangue que carregam o oxigênio para os tecidos. Dentro delas, há uma molécula chamada hemoglobina, que é a responsável por dar ao sangue a coloração vermelha. Quando esta célula extravasa para fora do vaso, inicia-se um processo de degradação da mesma, o que inclui as moléculas no seu interior – aqui, o que nos interessa no caso do escurecimento da pele é justamente a hemoglobina: com a sua degradação, é formada uma outra molécula: a hemossiderina, que promove a pigmentação definitiva da pele (dermatite ocre), que tende a se acentuar com a evolução da doença.

 

Qual é o local mais acometido?

Os locais mais comuns de aparecimento da dermatite ocre são justamente as áreas onde os efeitos da hipertensão venosa são mais acentuados (devido à gravidade), ou seja, a região dos tornozelos e a parte inferior das pernas. Essa pigmentação também pode ocorrer sobre o trajeto de veias varicosas, fenômeno mais exuberante após episódios de flebite.

 

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico da dermatite ocre é essencialmente clínico, firmado a partir das características das alterações na pele associado a outros sinais e sintomas de insuficiência venosa crônica. O exame de ultrassonografia com Doppler para mapear as veias é de fundamental importância para o diagnóstico da causa da doença.

É um exame indolor que usa ondas de alta frequência para medir o calibre e a presença de refluxo e/ou pontos de obstrução na circulação venosa.

ultrassonografia com Doppler

 

Quais são as complicações da Dermatite Ocre?

A progressão da dermatite ocre e as demais alterações de pele que acontecem em decorrência da hipertensão venosa podem chegar a um ponto em que desenvolve-se uma úlcera varicosa, o mais avançado estágio da insuficiência venosa crônica.

A úlcera varicosa é uma ferida de difícil cicatrização, que envolve um tratamento complexo que engloba desde medidas comportamentais, como uso regular de meias elásticas e pratica de atividades físicas, passando por curativos (e atualmente há uma infinidade de curativos disponíveis, que são escolhidos a depender de cada caso) e até por intervenções cirúrgicas quando necessário, como é o caso do tratamento das veias safenas insuficientes – que pode ser feito com Laser endovenoso, cirurgia convencional ou aplicação de espuma.

 

Como tratar a Dermatite Ocre?

Sempre que estamos frente a um paciente com dermatite ocre, o mais importante é tratar a causa da pigmentação e não apenas a pigmentação. O tratamento da causa vai impedir com que o quadro piore e principalmente vai evitar o aparecimento da úlcera venosa.

Sendo assim, mesmo que o paciente não apresente sintomas como dores nas pernas, inchaço, peso ou cansaço ao final do dia, devemos fazer a investigação completa de possíveis doenças vasculares na busca da causa do problema.

A presença da dermatite ocre em um paciente com varizes significa que as varizes chegaram a um estágio mais avançado e estão comprometendo a circulação sanguínea. Portanto, o tratamento deve ser instituído o quanto antes – podendo variar desde o uso de meias de compressão e cuidados com a pele, realização de procedimentos minimamente invasivos como termoablação da veia safena por endoLaser/radiofrequência e escleroterapia com espuma de polidocanol ou até mesmo a realização de cirurgia convencional.

Como tratar a Dermatite Ocre?

A escolha da técnica para o tratamento é sempre feita caso a caso. O objetivo é diminuir a progressão das alterações de pele e, em última análise, prevenir a ocorrência de uma úlcera venosa.

É também relevante ressaltar que a insuficiência venosa é uma doença crônica, ou seja, mesmo após instituído o tratamento principal, os cuidados com as pernas e o acompanhamento regular com o cirurgião vascular são necessários.

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